Recrutar no estrangeiro

O recrutamento de trabalhadores de outros países pode permitir que as empresas contratem trabalhadores, nomeadamente quando existe escassez de mão‑de‑obra nacional em certos sectores específicos. 

Porém, procurar trabalhadores noutros países poderá ser uma tarefa difícil para quem nunca o fez anteriormente.

O IEFP pode prestar aos empregadores (em particular as pequenas e médias empresas) serviços que lhes facilitam o acesso aos potenciais trabalhadores disponíveis no Espaço Económico Europeu (EEE) e/ou noutros países (países terceiros).

Se é uma entidade empregadora com sede ou estabelecimento em Portugal registe no portal iefponline a sua oferta de emprego, indicando as características do posto de trabalho e funções a desempenhar, o perfil profissional que pretende, as condições oferecidas e a área geográfica onde pretende a divulgação / recrutar os trabalhadores:

  • nos países do Espaço Económico Europeu (EEE) e Suíçaassinalar "Sim" em rede EURES 
  • noutros países (países terceiros) -  assinalar "Sim" em recrutamento internacional

Se pretende recrutar trabalhadores dos países do Espaço Económico Europeu (EEE) ou da Suíça, no portal Europeu da Mobilidade Profissional terá acesso aos CV dos candidatos a emprego constantes da base de dados EURES.

Procure os currículos dos candidatos adequados criando uma conta "O meu EURES" para empregadores no portal Europeu da Mobilidade Profissional.

As entidades que comuniquem ofertas via portal iefponline podem, após validação pelos serviços, verificar o estado de tratamento, bem como efetuar alterações, nomeadamente no que respeita à data de validade e à redução do n.º de postos de trabalho (até um mínimo de um posto de trabalho), bem como requerer a sua anulação.

Recrutamento de cidadãos de países terceiros

As entidades empregadoras localizadas em território nacional que pretendam contratar cidadãos de países terceiros poderão fazê-lo, desde que respeitem as normas gerais em vigor e que seja respeitado o princípio da prioridade estipulado pela legislação nacional, isto é se se verificar que não existem cidadãos nacionais, comunitários ou estrangeiros com residência legal em território nacional que possam desempenhar as funções pretendidas.

O princípio da prioridade considera-se verificado quando a oferta de emprego, apresentada pela entidade empregadora interessada no recrutamento internacional, não seja preenchida pelos cidadãos com prioridade, no prazo máximo de 30 dias, a contar da data da sua apresentação.